Eu já trabalhava na empresa há quase 10 anos e o Cesar fazia um ano. Como não tínhamos idéia do que a direção da empresa acharia de relacionamento entre funcionários, preferimos não comentar que estávamos juntos. Programamos sair de férias em Dezembro. Convidei o Cesar para conhecer meus parentes. Primeiro iríamos a Petrópolis na casa de Adelino e Denise e depois iríamos para Vitória na casa de Sergio e Telina. Mamãe, que continuou a morar no apartamento do Centro Cívico, iria com a gente.
Tivemos o jantar da empresa em um restaurante, na mesma semana que íamos viajar. Acabamos chegando juntos neste dia e todos bateram palmas quando entramos. Enfim a situação ficou resolvida da melhor maneira possível, porém nunca misturamos as estações. Assuntos particulares deixávamos para conversar depois do expediente.
A viagem foi muito boa. O Cesar sempre gostou de dirigir e fomos os três de carro. Fomos pelo litoral de São Paulo, paramos na Serra de Caraguatatuba para tirar fotos e almoçamos na cidade. Chegamos ao anoitecer em Angra dos Reis onde dormimos e seguimos viagem no dia seguinte. Passamos o Natal e Ano Novo em Petrópolis. Todos gostaram muito do Cesar. Naquela época havia uma cerveja em Petrópolis, deliciosa, se não me engano era Boemia, mas bem diferente desta comercializada hoje. O Cesar, como bom descendente de gaucho, ia te o açougue para comprar a carne nos cortes que estamos acostumados no sul, mas lá era totalmente diferente. Ainda assim, fizemos ótimos churrascos.
Na Tamoios descendo para Caraguatatuba
Na Ilha do Boi
Em Cascavel na Casa da Vó Albina
Rita aprendendo a limpar um porco (olha a minha cara...). Ao lado Nei e Eliane. Jociane ao fundo no colo
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